SESC Rio apresenta “Entonces Bailemos”, de Martín Flores Cárdenas

O premiado dramaturgo e diretor argentino veio ao Brasil especialmente para dirigir esta montagem, que traz no elenco Elisa Pinheiro, Gustavo Falcão, Leonardo Netto, Marina Vianna e o músico Ricco Vianna 

Estreia: dia 06 de julho (5ªf), às 21h

Local: Mezanino do Sesc Copacabana

. Rua Domingos Ferreira, 160 – Copacabana / RJ   Tel: 21 2547-0156
Horários: 5ª a sábado às 21h e domingo às 20h / Ingressos: R$ 25 (inteira), R$ 12 (meia) e R$ 6 (associado do Sesc) / Horário de funcionamento bilheteria: 2ªf de 9h às 16h; 3ª a 6ª de 9h às 21h; sábado de 13h às 21h; domingo de 13h às 20h / Classificação indicativa: 12 anos / Duração: 60 min   / Gênero: Teatro Contemporâneo / Temporada: até de 30 julho

 

“To fall in love: Caer en el amor.
Como si fuera una trampa. O un accidente.
Como caer en desgracia. O caer preso.
Como caer en cama.
O simplemente caer”

Como se diz, “to fall in love”. Literalmente “cair de amor”, tropeçando como numa armadilha. O que fazer uma vez que se tenha caído, que se foi atingido? ENTONCES BAILEMOS. Então, vamos dançar.

ENTONCES BAILEMOS, um espetáculo do dramaturgo e diretor teatral argentino Martín Flores Cárdenas, estreia no Rio com direção do próprio autor, que veio ao Brasil especialmente para esta montagem. No elenco estão Elisa Pinheiro, Gustavo Falcão, Leonardo Netto, Marina Vianna e o músico Ricco Vianna.

A peça fala sobre as relações humanas de amor e sexo, e de como ambos deflagram uma ligação estreita entre a dor, o desejo e a agressividade. As histórias contadas pelos personagens sobre diferentes formas de amar e se relacionar, são relatos logo reconhecidos pelo público, que poderá se identificar com muitas delas.

SINOPSE

Dois casais de atores, acompanhados por um músico, narram diferentes histórias de amor e dor, de perdas e ganhos, da solidão e da eterna busca do outro. Os relatos são permeados por canções embaladas por este músico e sua guitarra acústica. Histórias que poderão ser compreendidas por diferentes pontos de vista pelo público. Anedotas anônimas sobre memórias de amores frustrados, casais à deriva e relacionamentos à beira do fracasso.

A MONTAGEM

Fiel à montagem argentina, o cenário é composto por um grande colchão dentro de um palco cinza. A iluminação é uma caixa retangular que recria tubos brancos no espaço, produzindo a sensação de uma sala de cirurgia.

A encenação contemporânea usa a narração como um artifício de comunicação com o público e traz a metalinguagem usando também os atores como plateia. Cria-se, assim, espaço para que o olhar do público identifique os personagens de cada narrativa. Embora as palavras destilem ironia e as ações resultantes o riso, o que é dito e feito em cena não perderá sua crueza.

Com estética minimalista e contemporânea, a premiada peça foi encenada em diversos lugares como Buenos Aires, México, Chile, e finalmente chega ao Brasil.

PRÊMIOS E INDICAÇÕES

Indicada ao prêmio ACE “Melhor Espetáculo de Teatro Alternativo”

Indicada ao prêmio ACE y Trinidad Guevara “Melhor coreografia”

Ganhadora do prêmio Fiesta de la Ciudad de Buenos Aires

Selecionada para representar Buenos Aires no “Fiesta Nacional del Teatro 2014”

Selecionada como parte da programação Oficial Teatro Solís (Montevideo 2014)

Selecionada como parte da programação do Festival Rafaela 2014

Selecionada como parte da programação Festival Argentino 2014

FICHA TÉCNICA

Dramaturgia e direção – Martín Flores Cárdenas

Tradução – Paloma Vidal

Diretora assistente – Kika Freire

Elenco – Elisa Pinheiro, Gustavo Falcão, Leonardo Netto e Marina Vianna

Músico convidado – Ricco Viana

Figurinos versão brasileira – Marcelo Olinto

Cenário original – Alicia Leloutre

Música original – Julián Rodriguez Rona

Coreografia original – Manuel Atwell

Iluminação original – Matias Sendón

Fotos – Dalton  Valerio

Programação visual – Rico e Renato Vilarouca

Op de luz – Aline Operti

Montagem de Luz – Equipe Art Light

Camareira – Silvia Oliveira

Assessoria jurídica – CRS Advogados – Paulo Rodrigues

Direção de produção – Letícia Reis

Assistente de produção – Thalita Paulino

Idealização – Paulo Cesar Medeiros

Realização – SESC Rio

Assessoria de imprensa – JSPontes Comunicação – João Pontes e Stella Stephany

MARTÍN FLORES CÁRDENAS – dramaturgia e direção

Autor e diretor da obra – ENTONCES BAILEMOS. Dirigiu o espetáculo em diversos países, com elencos diferentes. Formado como ator, diretor e dramaturgo por Mauricio Kartun, Alejandro Tantanian, Elvira Onetto e Laura Yusem, entre outros.

Participou de alguns trabalhos como ator. Seu primeiro texto em teatro foi EXITUS, que estreou em 2003 no Actors Pátio sob a direção de Elvira Onetto. Em 2005/06, como diretor, lançou seu texto CRESCENTE. Em 2007, escreveu e dirigiu MARINHEIRO. Em 2008 apresentou no Teatro del Pueblo EXATAMENTE O SOL, de Silvina Lopez Medin. Este trabalho foi premiado no 7º INT Nacional e, em seguida, selecionado a participar do Festival Internacional de Buenos Aires VII.

Durante 2008/09, montou CATEDRAL, adaptação da história de Raymond Carver e em 2009, QUEM TINHA DORMIDO NESSA CAMA, segundo trabalho baseado em textos do mesmo autor.

Carver teve uma excelente recepção dos críticos e do público, e foi duas vezes apresentado no Teatro Prêmios Mundial de 2009. No mesmo ano, apresentou a performance MINUTO nas ruas de Buenos Aires, e ganhou a Bolsa Nacional de Criação concedida pelo National Endowment for the Arts, viajando para Vancouver (Canadá) para a realização de um projeto-piloto com estudantes canadenses, baseado no livro “The Melancholy Death of Oyter Boy & Outras Histórias”, de Tim Burton.

Em 2011, estreou ADORMECIDO, vencedor da Festa Cidade de Buenos Aires e selecionado para representar a capital argentina no Festival Nacional de Teatro, além de indicado para o prêmio Florencio Sanchez na categoria Autor Nacional, e vencedor de Trinidad Guevara nas categorias “Criatividade e iluminação”. Também em 2011, estreou como diretor em MATANÇA CANSA no Beco Espaço, espetáculo indicado ao prêmio Florencio Sánchez como melhor solo.

Em 2013 ENTONCES BAILEMOS, sendo a peça convidada para festivais nacionais e internacionais, e indicada para vários prêmios, tais como ACE nas categorias “Melhor Performance Alternativa” e “Melhor Coreografia”.

ELISA PINHEIRO – atriz

Formada em Teoria do Teatro (UniRio), Elisa Pinheiro atuou em Não Vamos Pagar (dir. Inez Viana); Ensina-me a Viver (João Falcão); El Pânico e Mulheres Sonharam Cavalos (Ivan Sugahara); A Negra Felicidade, Retorno ao Deserto, Labirinto, O Jardim das Cerejeiras, Ovo Frito, Macbeth e Utopia (Moacir Chaves); Bonitinha, mas Ordinária (Alexandre Boccanera); O Jardim Secreto (Rafaela Amado); Mente Mentira (Paulo de Moraes); Cidadezinha Qualquer (Amir Haddad); Joaquim e as Estrelas (Renata Mizrahi), entre outras.

Na TV, trabalhou na TV Globo (Geração Brasil; Malhação; Clandestinos); Gloob (Detetives do Prédio Azul); Multishow (220 woltz; Quase Anônimos; Os Gozadores); Canal Futura (Multicurso).

No cinema, fez Festa da Firma (André Pellenz); Cilada.com (José Alvarenga); Uma Professora Muito Maluquinha (Ziraldo); Coração na Boca (Jô Bilac); O Vestido (Paulo Thiago), entre outros.

Comerciais para a TV, fez de: Neosaldina; Delícia; Niquitin; Neve; Oi; Skol; Embratel; O Globo; Velox; Bradesco.

MARINA VIANNA – atriz

Marina Vianna é atriz há mais de vinte anos e ao longo de sua trajetória desenvolveu simultaneamente o exercício teórico, tornando-se doutora em Artes Cênicas e Professora Adjunta do Departamento de Teoria do Teatro da UNIRIO. Atriz reconhecida pelos trabalhos em que colaborou com a dramaturgia e a escritura cênica, tais como A Falta que nos Move, direção de Christiane Jatahy; FitzJam, direção de Pedro Brício; Devassa – sobre Lulu de Wedekind, direção de Nehle Franke com a Cia dos Atores; Medea- Obs, direção de Fábio Ferreira. Acompanhou como dramaturgista o processo de Diálagos para Molly Bloom, direção de Andréa Beltrão, Cristina Moura, Christiane Jatahy, Jose Sanchis Sinisterra e Gilberto Gawronski. Em Apropriação, direção de Bel Garcia, Marina participou como dramaturgista e assistente de direção. Colaborou ainda com a criação do espetáculo de dança contemporânea O Maravilhoso Museu da Caça e da Natureza, dirigido por Renato Linhares. Em 2015, estreou como diretora do espetáculo A Santa Joana dos Matadouros de Bertolt Brecht, no Teatro Glaucio Gill, indicado ao prêmio Cesgranrio de melhor direção e melhor espetáculo do ano.

LEONARDO NETTO – ator

É formado pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) e estudou Teoria do Teatro na UNIRIO. Estreou profissionalmente em 1989 na montagem de Se Correr o Bicho Pega, Se Ficar O Bicho Come de Oduvaldo Vianna Filho, dirigida por Amir Haddad. Integrou por três anos o Centro de Demolição e Construção do Espetáculo, companhia estável dirigida por Aderbal Freire-Filho, onde atuou em O Tiro que Mudou a História e Turandot ou O Congresso dos Intelectuais, entre outras. Trabalhou com diretores atuantes do teatro carioca, como Gilberto Gawronski, Ana Kfouri, Jefferson Miranda, João Falcão, Luiz Arthur Nunes, Enrique Diaz e Celso Nunes. Seus trabalhos mais recentes incluem Corte Seco (direção de Christiane Jatahy), Freud – A Última Sessão (direção de Ticiana Studart), Conselho de Classe (direção de Bel Garcia e Susana Ribeiro) e A Santa Joana dos Matadouros (direção de Marina Vianna e Diogo Liberano).

Em TV, atuou nas novelas Bang-Bang, Paraíso Tropical e Babilônia, em episódios das séries Força-Tarefa, As Canalhas, Questão de Família e O Caçador, além das duas temporadas da série da HBO Magnífica 70. Em cinema, trabalhou no longa de Sérgio Rezende Em Nome da Lei e nos curtas Furos no Sofá de Ana Beatriz Nogueira e Verdade Verdadeira de Felipe de Carolis.

GUSTAVO FALCÃO – ator

 

Pernambucano de Recife, estreou profissionalmente em 1995 com a peça ‘Os Biombos’, de Jean Genet, direção de Antonio Cadengue. Desde então participou de mais de 20 espetáculos teatrais, com destaque para ‘Esperando Godot’ (1996) ‘Castro Alves do Brasil’ (1997), ‘Para um Amor no Recife’ (1999), ‘A Máquina’ (2000/2001), ‘A Ver Estrelas’ (2002), ‘Os Justos’ (2005), ‘Ariano’ (2010 e 2012), ‘Bartleby, o escriturário’ (2011), ‘Garagem’ (2013 e 2015), RACE (2015/2016/2017) e Hollywood (2017).

No cinema, estrelou dez longas metragens, dentre os quais ‘Arido Movie’ (2005), ‘A Máquina’ (2006), ‘Fica comigo esta noite’ (2007), ‘Praça Saens Peña’ (2010), “Aos teus olhos” (2017 – previsto) e participou de treze curtas metragens, com destaque para os premiados ‘Uma Estela para Ioiô’, ‘A Trupe’, ‘Irmãos’, de Eduardo Hunter Moura e ‘thelastnote.com‘.

Na TV, participou de diversos programas, como das novelas da Rede Globo ‘As Filhas da Mãe’ (2001) e ‘Cobras e Lagartos’ (2006), dos seriados ‘Homem Objeto’ (2003), escrito e dirigido por João Falcão, a segunda temporada da mini série da HBO ‘Filhos do Carnaval’ (2009) , do especial ‘As Mãos do Meu Filho’ (2010), da mini série ‘Amorteamo (2015)’, dentre outros.

Estreou como autor teatral com o texto ‘O Fogo da Vida’, escrito em parceria com a atriz e poetisa Sonia Bierbard, montado em 2009 em Recife.  Atualmente desenvolve o roteiro da mini série de sua criação ‘Pele de Cordeiro’, projeto selecionado no edital da ANCINE de Núcleos Criativos para desenvolvimento de roteiros. Fundou em 2007, ao lado da mulher e atriz Juliana Féres, o espaço cultural Lunático Café e Cultura, que oferece aulas de acrobacia aérea, teatro, música, dentre outras atividades artísticas.

Recebeu prêmio de melhor ator de Pernambuco em 1999 pelo espetáculo “Para um Amor no recife”. Recebeu o prêmio de Ator Revelação do Cinema Nacional pelo longa “A Máquina” no Festival de Natal de 2005. Foi indicado ao Prêmio Shell (RJ) de melhor ator do ano de 2015 pelo espetáculo ‘RACE’.

RICCO VIANA – músico

 

Trabalha como músico e diretor musical há 12 anos. Fez a trilha de mais de 30 espetáculos, entre eles Clandestinos, O Pequeno Príncipe e Mamãe Não Pode Saber, dirigidos por João Falcão; JT Leroy, dirigido por Paulo José; O Outro Van Gogh, Mente Mentira e Jim, dirigidos por Paulo de Moraes, com quem trabalha há 6 anos também como diretor musical da Armazém Companhia de Teatro. Ganhou os Prêmio APTR de melhor música por Jim (tendo sido indicado também aos prêmios Shell e Cesgranrio), e CBTIJ por A Menina Edith, de Lázaro Ramos. No cinema fez diversas trilhas como os documentários Clandestinos.doc, de João Falcão; Tudo ou Nada em Soterópolis, de Lázaro Ramos; Mentiras Sinceras, de Pedro Asbeg e Os Trangressores, de Luis Erlanger.  Na TV fez a trilha sonora das séries 7 Pecados; Dó Ré Mi Fábrica e Clandestinos, de João Falcão. No meio musical Ricco fez a produção musical do disco Monomania de Clarice Falcão; trabalha com Simone Mazzer e criou o projeto Rabisco com Laila Garin.

MARCELO OLINTO – figurinista

Iniciou os trabalhos em figurino em 1983, sendo assistente de Kalma Murtinho, Rita Murtinho, Pedro Sayad, Gilberto Vigna entre outros renomados profissionais. Em 1991 assinou seu primeiro trabalho profissional com a peça A BAO A QU, UM LANCE DE DADOS da Cia.dos Atores, grupo que fundou em 1988 juntamente com Bel Garcia, César Augusto, Drica Moraes, Enrique Diaz, Gustavo Gasparani, Marcelo Valle e Susana Ribeiro. Desde então vem realizando trabalhos para teatro, show, video clips e cinema. Destacam-se em teatro: A GAIVOTA, TEMA PARA UM CONTO CURTO de Anton Tchekhov; AS VIAGENS DE GULLIVER adaptação da obra de Jonathan Swift; ÉDIPO REI de Sófocles; A MULHER QUE MATOU OS PEIXES adaptação da obra de Clarice Lispector; MELODRAMA de Filipe Miguez; COWBOY de Daniela Pereira de Carvalho; RICARDO III de Willian Shakespeare; AS TRÊS IRMÃS de Anton Tchekhov e a ópera, entre outros. Assinou os figurinos para a turnee mundial de UNIVERSO PARTICULAR, de Marisa Monte. Recebeu o prêmio SHELL em, MELODRAMA, no Rio de Janeiro e São Paulo,

KIKA FREIRE – diretora assistente

Ganhadora do Prêmio Qualidade Brasil 2015 de melhor direção pelo espetáculo Pulsões, Kika Freire formou-se em Artes Cênicas em São Paulo com o grupo de teatro Domus levando o espetáculo Feminina Lunar ao Festival Internacional de Teatro de Havana, Cuba (1987). Fez licenciatura em Propaganda e Marketing na ESPM-SP. Especializou-se na área clínica corporal com a pós-graduação ” Terapia Através do Movimento- Corpo e Subjetivação ” na Faculdade Angel Vianna. Na dança tem formação clássica e atuou profissionalmente ainda no ballet moderno e dança flamenca. Como atriz participou de espetáculos como ” A Vida de Galileu Galilei “, direção de Marcus Vinícius de Arruda Camargo, ” Pic-Nic no Front “, direção Gilberto Gawronski e em filmes como ” Feliz Natal &quo t, de Selton Mello e ” A Vida de Chico Xavier “, com direção de Daniel Filho. Assinou Direção de Movimento e Coreografia de peças como ” Sua Incelença, Ricardo III “, ” O Soldadinho e a Bailarina ” e ” Mania de Explicação “, direção Gabriel Villela, ” Menininha “, direção João das Neves e ” Maria do Caritó “, direção João Fonseca. Dirigiu ” Pulsões “, projeto que também idealizou, ” As Robertas- loucas pelo Rei”, “Amor em possível”, ” Duvidosa” e o coral ” Coro de Cor”. No cinema fez Preparação de Elenco em filmes como: ” Rio , eu te amo”, ” Maresia”, ” Júlio Sumiu”, “Bach in Brazil ( Uma Canção é Pra Isso) ” e “Eu fico Loko”.

LETÍCIA REIS – direção de produção

PRINCIPAIS TRABALHOS REALIZADOS TEATRO – Como produtora executiva, realizou os seguintes trabalhos:”O MUSICAL MAMONAS” – 2016 Teatro Fecomercio Raul Cortez, Direção: José Possi Neto, “MEMÓRIAS DE UM GIGOLÔ” 2015 Teatro Procópio Ferreira SP, Direção: Miguel Falabella, “O QUE O MORDOMO VIU” 2015 Teatro Procópio Ferreira SP, Direção: Miguel Falabella, “AMIGO É PRA ESSAS COISAS” – 2007/ 2008 Projeto Novos Talentos, Festival de Inverno do SESC – Circuito SESC RJ, Direção: Daniel Dias da Silva, “A MORATÓRIA” – 2006, Festival de Inverno do Sesc – Friburgo e Petrópolis, Direção: Daniel Dias da Silva, “RAUL FORA DA LEI” – O MUSICAL – 2004 / 2005 / 2006 – RJ Sala Baden Powell, Teatro Sesi, Direção Roberto Bomtempo e Deto Montenegro, Como produção de base, realizou:”HAIRSPRAY” – 2010 Teatro Bradesco SP, Direção: Miguel Falabella, “A CABRA OU QUEM É SYLVIA?” 2008 /2009 Teatro Vivo e Teatro Renaissance SP, Teatro dos 4 RJ, tournée pelo Brasil, Direção: Jô Soares

PAULO CESAR MEDEIROS – idealizador

Com 31 anos de carreira e com mais de 1.000 projetos de iluminação realizados, seguem alguns trabalhos e prêmios: Prêmio Shell 2007 ,”7, o Musical, Dir. Charles Moeller e Cláudio Botelho; Prêmio APTR 2007 por 7 espetáculos: “7, O Musical”, “Sassaricando” (Cláudio Botelho), “Auto de Anjicos” (Amir Haddad), “Eu Sou Minha Própria Mulher” (Herson Capri), “Cheiro de Chuva” (Bosco Brasil), “Mundo dos Esquecidos” (Flávio Graff), “Farsa” (Luiz Arthur Nunes). Prêmio Shell e APTR 2009-RJ (“O Despertar da Primavera”), Dir. Charles Moeller e Cláudio Botelho, Prêmio Bibi Ferreira- 2012 (“Rock in Rio”), Dir. João Fonseca, Prêmio CENIM- 2013, (“Alô Dolly”), Dir. Miguel Fallabela, Prêmio Shell- 2015 (“A Santa Joana dos Matadouros”), Dir. Marina Vianna, Prêmio CBTIJ- 2015, (“As Aventuras do Menino Yogi”), Dir. Arlindo Lopes/Juliana Terra

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