Programação da Funarte SP

Boletim funarte SP

20 a 30 de abril

 

Complexo Cultural Funarte São Paulo

Alameda Nothmann, 1058 | (11) 3662 5177

 

Teatro de Arena Eugênio Kusnet

Rua Dr. Teodoro Baima, 94 | (11) 3256 9463

 

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Teatro

 

DOC. eremitas

De 10 de março a 30 de abril | Sextas e sábados, às 21h, domingos, às 19h.

Sala Arquimedes Ribeiro – Complexo Cultural Funarte SP

Gratuito

Duração: 90 min. Classificação etária: 14 anos.

 

A obra poético-documental foi criada a partir de relatos de pessoas em situação de rua da cidade de São Paulo. Eremita, do grego eremites, significa “gente do deserto”, o indivíduo que vive apartado da sociedade. Os eremitas cristãos da Idade Média, por exemplo, procuravam reviver os dias de isolamento de Jesus Cristo. Mas ser eremita é sempre uma escolha de vida? Saiba mais.
Com: Núcleo de Artes Cênicas (NAC) | Coordenação, concepção e direção: Lee Taylor | Diretor assistente: Hercules Morais | Assistência de direção: Marcelo Villas Boas, Elvis Törres | Elenco: Ana Beatriz Pereira, Camila Rocha, Carlos Magno Argolo, Fábio Mesquida e Lucas Fernandes

 

Vivo ele está

De 23 de março a 23 de abril | Sextas e sábados, às 20h30, domingos, às 19h30.

Sala Carlos Miranda – Complexo Cultural Funarte SP

Ingressos: R$40 (meia-entrada: R$20) – a bilheteria abre uma hora antes do espetáculo

Duração: 150 min. Classificação etária: livre.

 

Vivo ele está apresenta a história de Jesus em diversos momentos de sua peregrinação: a tentação do deserto, a escolha dos doze apóstolos, os milagres relatados por seus seguidores, a conversão de Maria Madalena, além das angústias que sofreu até o momento de sua crucificação. Mas não se trata de uma obra religiosa. O espetáculo ressalta os aspectos revolucionários do personagem histórico a partir da estrutura dramática das paixões de Cristo, eventos tradicionais em diversas cidades do Brasil. Saiba mais.
Elenco: Cristhian Fernandes, Milene Haddad, Gustavo Rosa, Leonardo José, Jefferson Mascarenhas e grande elenco

Espetáculo infantil As aventuras de Poiróte

De 25 de março a 30 de abril | Sábados e domingos, às 16h.

Sala Guiomar Novaes – Complexo Cultural Funarte SP

Ingressos: R$30 (meia-entrada: R$15) – a bilheteria abre uma hora antes do espetáculo

Duração: 60 min. Classificação etária: livre.

 

O espetáculo é uma adaptação contemporânea da história dos três porquinhos, agora três guerreiros-porcos, filhos do rei Alexandre Otto Porcus. Certo dia, uma fada-oráculo diz ao rei que o passado voltou a assombrar a cidade porque o filho do lendário lobo Lobalniere cresceu. O rei então convoca seus filhos para uma grande aventura: eles deverão ajudar uns aos outros e aprender a trabalhar em equipe para que possam superar o desafio. Durante esse percurso, do outro lado da floresta, uma princesa é mantida em cativeiro por Mister Jarry Lobaus. Surge também Porcoiróte ou Poiróte, uma criatura que foi enfeitiçada pelo lobo e narra a história. Saiba mais.

 

Direção e dramaturgia: Vinícius Franzolini | Assistente de direção: Raquel Higa, Wellington Coelho, Caio Gorzoni e Lucas Fiorello | Elenco: Caio Gorzoni, Lucas Fiorello, Raquel Higa, Vinícius Franzolini, Wellington Coelho

Sete gatos pardos no telhado da casa amarela

De 8 a 30 de abril | Sábados, às 19h, e domingos, às 18h.

Sala Renée Gumiel – Complexo Cultural Funarte SP

Ingressos: R$20 (meia-entrada: R$10) – a bilheteria abre uma hora antes do espetáculo

Duração: 90 min. Classificação etária: 12 anos.

 

Sete amigos de infância tinham como lema nunca se separar, mesmo depois de adultos, e jamais se apaixonar entre si. Mas o músico e poeta Marcelo quebra as regras e resolve se suicidar, deixando um livro que escreveu. Na obra, além dos motivos que levaram o autor a tirar a própria vida, há um capítulo com um poema dedicado a cada um dos seus colegas. Reunidos no telhado da casa amarela, os amigos buscam por explicações e ficam surpresos ao saber que outra regra foi quebrada: no capítulo final do livro, há uma declaração de amor para um dos “gatos pardos”. Saiba mais.

 

Texto, trilha sonora e direção: Marcos Lopes | Elenco: Eber Rodrigues, Wesley Vieira, Tatiane Resende, Nayara Rizzi, Antonio Coelho, Ricardo Naufel, Francielen Lima e Wagner Leão | Participação Musical: Carolina Corrêa (Voz) e Vinicius Guedes (Piano)

 

Certa entidade em busca de outra

De 8 a 30 de abril | Sábados, às 20h, e domingos, às 19h.

Teatro de Arena Eugênio Kusnet

Ingressos: R$30 (meia-entrada: R$15) – a bilheteria abre uma hora antes do espetáculo

Duração: 60 min. Classificação etária: 14 anos.

 

O espetáculo é baseado na peça homônima de José Joaquim de Campos Leão, dramaturgo conhecido como Qorpo Santo, que viveu no século XIX. No texto original os personagens cometem deslizes e, pela opressão moral que sofrem, tornam-se atemporais. A Cia. Bonecos Urbanos transpõe essa temática para a exclusão social que atinge as grandes cidades do século XXI. Saiba mais.

 

Direção: Eduardo Alves | Adaptação: Cia. Bonecos Urbanos | Elenco: Eduardo Alves, Luana Oliveira, Paul Zanon e Rubinho Louzada

 

Homo Patitur

De 28 a 30 de abril | Sexta e sábado, às 21h, domingo, às 20h.

Sala Carlos Miranda – Complexo Cultural Funarte SP

Ingressos: R$40 (meia-entrada: R$20) – a bilheteria abre uma hora antes do espetáculo

Duração: 60 min. Classificação etária: 16 anos.

 

Inspirado no ensaio O Mito de Sísifo, de Camus, o espetáculo aborda temas como o abandono, o trabalho absurdo, a falta de sentido da vida, o suicídio. Em latim, homo patitur significa “homem que sofre”. Na peça, o sentido do título é o da necessidade de suportar os sofrimentos sem deixar de enfrentar o vazio do cotidiano. A encenação retrata um dia na vida de um homem solitário, cuja expectativa de ter uma companhia jamais se confirma. Seus únicos contatos com outra existência são vestígios deixados por um cão que nunca sai do próprio abrigo. Saiba mais.

 

Direção e dramaturgia: Thiago Franco Balieiro | Ator: Lucas Cabrini

Artes visuais

Projetos contemplados com o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2015.

 

‘Tempo-Revés’, de Lucas Dupin

De 26 de março a 8 de maio

De segundas a sextas, das 13h às 18h, sábados, domingos e feriados, das 15h às 20h.

Galeria Mario Schenberg – Complexo Cultural Funarte SP

Entrada franca

 

Dupin parte de um objeto comum, o calendário de papel, para estabelecer metáforas de percepção temporal, como duração, acúmulo e desgaste. A proposta é fazer uma leitura poética da fugacidade do tempo. A instalação é formada por páginas de “folhinhas”, das quais foram extraídas todas as referências aos dias, meses e anos. O resultado é uma delicada renda de papel, milimetricamente recortada, que ocupa grande parte do espaço expositivo. Ao todo, 31 calendários compõem a instalação, um para cada ano de vida do artista, em um total de 372 páginas suspensas. Outros três trabalhos do artista completam a mostra: Tempo-revés (caixas), desdobramento da instalação principal, a série de fotografias Despojos e, ainda,  uma série sem título de aquarelas Saiba mais.

 

‘O Museu Inexistente No 1’ , de Victor Leguy

De 26 de março a 8 de maio

De segundas a sextas, das 13h às 18h, sábados, domingos e feriados, das 15h às 20h.

Galeria Flávio de Carvalho – Complexo Cultural Funarte SP

Entrada franca

 

Victor Leguy e o curador Gabriel Bogossian apresentam um museu fictício, em processo de evolução e em construção permanente, que conta parte da história do Brasil sob uma nova perspectiva. O artista e o curador buscam descolonizar o olhar e ampliar o repertório visual do público sobre o patrimônio cultural brasileiro. Por meio de fotografias, filmes, documentos e outros objetos, a exposição pretende trazer para o centro do debate o imaginário construído em torno dos Enawenê-Nawê, povo indígena residente no Mato Grosso que realiza o Yaokwa, ritual com duração de 7 meses, reconhecido pelo IPHAN como patrimônio cultural imaterial brasileiro. Saiba mais.

 

 

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