circo

AMALUNA -Cirque du Soleil

Dirigido pela vencedora do Tony Awards Diane Paulus


CIRQUE DU SOLEIL VOLTA AO BRASIL COM ESPETÁCULO INÉDITO

QUE ENALTECE A FORÇA E O EMPODERAMENTO DA MULHER

 

Estreia em São Paulo em 5 de outubro

Estreia no Rio de Janeiro em 28 de dezembro

O Cirque du Soleil retorna ao Brasil após quatro anos com uma nova superprodução, AMALUNA. Este novo espetáculo enaltece a força e o empoderamento das mulheres. A turnê tem apresentação do Banco Original e realização da IMM.

AMALUNA estreia em São Paulo no 5 de outubro, no Parque Villa Lobos, e segue depois para o Rio de Janeiro, onde inicia temporada no dia 28 de dezembro, no Parque Olímpico.

AMALUNA

 

AMALUNA convida o público a uma misteriosa ilha governada por Deusas e guiada pelos ciclos da lua. Para marcar a passagem de sua filha Miranda à idade adulta, a rainha Prospera comanda uma cerimônia que homenageia a feminilidade, a renovação, o renascimento e o equilíbrio, e marca a passagem dessas ideias e valores de uma geração a outra.

 

Após uma tempestade causada por Prospera, um grupo de jovens aporta na ilha, desencadeando uma história épica e emocional de amor entre a filha de Prospera e um bravo jovem pretendente. Mas o amor deles será posto à prova. O casal deve enfrentar inúmeras provações difíceis e superar dramáticos contratempos antes que eles possam alcançar a confiança mútua, fé e harmonia.

AMALUNA é uma fusão das palavras ama, que se refere a “mãe” em muitas línguas, e luna, que significa “lua”; um símbolo de feminilidade que evoca tanto a relação mãe-filha quanto a ideia de deusa e protetora do planeta. AMALUNA é também o nome da misteriosa ilha onde esta história mágica se desenrola.

AMALUNA estreou em Montreal em 2012 e desde então já passou por 30 cidades de 10 países e foi visto por mais de 4 milhões de espectadores.

UM TRIBUTO AO TRABALHO E À VOZ DAS MULHERES

Pela primeira vez na história do Cirque du Soleil, um espetáculo apresenta um elenco majoritariamente feminino, com uma banda inteiramente composta por mulheres. “AMALUNA é um tributo ao trabalho e à voz das mulheres”, explica o Diretor de Criação Fernand Rainville. “O espetáculo é uma reflexão sobre o equilíbrio do ponto de vista das mulheres”, acrescenta a diretora Diane Paulus, vencedora do Tony Awards 2013 (Pippin) e eleita uma das 100 Pessoas Mais Influentes de 2014 pela revista Time, diz: “Eu não queria construir um espetáculo que fosse uma ‘agenda para mulheres’. Queria criar um show em que as mulheres fossem o centro, algo que tivesse uma história escondida que apresentasse as mulheres como heroínas”. Ela foi buscar nas referências clássicas a inspiração para criar o conceito do espetáculo – desde histórias das mitologias grega e nórdica até A Flauta Mágica, de Mozart, e A Tempestade, de Shakespeare.

Banco Original Vip Experience

O Banco Original e o Cirque du Soleil firmaram uma parceria inédita no mundo e o Tapis Rouge, glamorosa área vip dos espetáculos da companhia canadense, levará o nome de Banco Original Vip Experience durante a turnê brasileira de AMALUNA. Com a parceria, os clientes que adquirirem o serviço vip terão uma experiência especial e diferenciada, reservada para apenas 250 pessoas, além de assistirem ao espetáculo de um lugar central e bem próximo ao palco.

SOBRE A IMM

 

Criada no final de 2011, a IMM é uma empresa brasileira que atua nas áreas de Esporte, Entretenimento e Venda de Ingressos.  No Entretenimento, a IMM tem uma sociedade com a Rock World S.A, detentora da marca Rock in Rio, uma joint venture com o Cirque Du Soleil para promover suas turnês no Brasil, é proprietária do Taste of São Paulo, o melhor festival de restaurantes do mundo e recentemente criou a área de Family entertainment para desenvolver projetos com foco em grandes musicais da Broadway e family shows. O primeiro espetáculo foi o musical My Fair Lady, lançado em agosto de 2016. Em 2017, a IMM realizará o musical Cantando na Chuva, previsto para estrear em agosto. Em Esporte, a empresa é proprietária do Rio Open, maior torneio de tênis da América do Sul, o consagrado torneio de vôlei de praia, o Rei e Rainha da Praia, e o Mundial de Skate Bowl, que faz parte da plataforma de eventos ao vivo do Verão Espetacular da TV Globo. Com amplo expertise nesta área, já produziu os jogos da pré-temporada da NBA, UFC, Volvo Ocean Race e uma plataforma de eventos de golfe com chancela do PGA. Em digital, a empresa atua com sua plataforma de ticketing TUDUS, que é responsável pela venda de ingressos online e off-line para os eventos da empresa e de terceiros. A área conta com projetos importantes, como venda de ingressos para NBA, UFC, show Paul McCartney, Circuito Banco do Brasil, Rio Open e todos os ingressos da Casa de Show Vivo Rio e mais 35 teatros entre Rio e São Paulo.

SOBRE O CIRQUE DU SOLEIL

Há cerca de 30 anos, o Cirque du Soleil era apenas um sonho. Era o sonho de uma pequena comunidade de artistas itinerantes que fariam qualquer coisa para compartilhar seu amor pelo palco, pelo circo e pelo mundo. A família cresceu desde então e agora inclui milhares de sonhadores-criadores, artistas, técnicos e trabalhadores que labutam nos bastidores. O sonho tornou-se um símbolo do orgulho quebequense, uma companhia de entretenimento internacional que trouxe à vida 35 espetáculos de grande escala – 20 dos quais ainda estão em operação. Cirque du Soleil tem aproximadamente 4.000 funcionários, incluindo 1.300 artistas de cerca de 50 países. Em suas três décadas de existência, o Cirque du Soleil já visitou mais de 400 cidades de 60 países e seis continentes, levando diversão e encantamento a cerca de 160 milhões de espectadores.

SOBRE O BANCO ORIGINAL

 

O Banco Original é um uma instituição financeira brasileira privada, controlada pela holding J&F Investimentos, com atuação nas áreas de Corporate, de Agronegócio e agora no varejo. Em 2013, iniciou investimentos na construção de um banco totalmente digital com proposta inovadora, sendo o primeiro banco do Brasil que nasceu 100% digital. O aplicativo para abertura de conta online e acesso ao Banco Original está disponível para iOS e Android.

 

REDES SOCIAIS:

Twitter: @Cirque #Amaluna

Facebook: @Amaluna

Instagram: @cirquedusoleil #Amaluna

Youtube: www.youtube.com/cirquedusoleil

 

PARA DOWNLOAD DE VÍDEOS E FOTOS:


https://tinyurl.com/amaluna-brasil

PRINCIPAIS NÚMEROS

Unicycle

Duas artistas com uma imensa saia de aros dourados entram em cena montadas sobre monociclos. Como o vento, vão cruzando o caminho uma da outra enquanto fazem surpreendentes piruetas, dançam e emocionam o público.

Aerial Straps

A artista voa por sobre a plateia em tecidos aéreos presos ao topo da tenda. Essa espetacular demonstração de vôo em quatro dimensões requer extrema precisão de tempo, além de habilidade e força física necessárias para se mover em alta velocidade num raio de 360 graus.

Peacock Dance

Romeo se aventura pela Floresta Encantada, onde testemunha a Peacock Goddess – em seu deslumbrante vestido branco – executar uma dança encantadora que representa a pureza do amor.

Clown Act

O servo de Romeo, Papulya, chega com os rapazes e logo se apaixona por Maïnha, a babá de infância de Miranda. O sentimento é recíproco, e em pouco tempo eles começarão a formar uma família.

Cerceau and Waterbowl

A Moon Goddess aparece a Miranda montada em um aro e lhe concede sua bênção com uma canção melancólica. Sob o olhar atento de Romeo, Miranda brinca na gigantesca taça de água. Ela gradualmente toma consciência de seu corpo e expressa sua sexualidade enquanto executa um exercício de equilíbrio com bastões, antes de novamente mergulhar na taça e nadar sinuosamente. Ele se junta a ela na água, onde eles brincam inocentemente e tentam se beijar pela primeira vez.

Uneven Bars

Os meninos capturados ajudam as Amazonas – a feroz força feminina da ilha – a apresentar uma versão teatral e acelerada da tradicional ginástica clássica.

Teeterboard

Mantidos cativos, os jovens se lançam para o alto utilizando uma gangorra, girando e rodopiando no ar, numa tentativa lúdica, em alta velocidade, de escapar – em primeiro lugar da gravidade; em seguida, da prisão em que se encontram. Eles conseguem várias proezas aparentemente impossíveis, como saltar e aterrissar com equilíbrio sobre as palmas erguidas no ar de seus companheiros ou correr em ângulo acentuado sobre uma plataforma inclinada.

Balance Goddess

Prospera leva Romeo e Miranda para testemunhar a Balance Goddess criando um mundo em suspensão – um móbile gigante, meticulosamente construído a partir de treze costelas de folha de palmeira. Uma ode ao equilíbrio, seus movimentos são lentos, deliberados e quase meditativos. Toda a sua atenção está focada nessa estrutura surpreendente. Ao final, ela remove a menor parte e tudo se desintegra, marcando o início das provações que o jovem casal terá de enfrentar.

1000 Arms and Sticks

Um sinistro grupo de dançarinas vestidas em preto e prata realiza uma coreografia inspirada em uma dança ritual indonésia, evocando a impressionate imagem de uma mulher com mil braços. A Peacock Goddess reaparece em um disfarce funesto e faz Miranda refém, enquanto uma floresta de bastões – imagem inspirada na tradição do circo vietnamita – surge em cena para formar o portal para o mundo de trevas que Romeo deverá atravessar.

Chinese Pole

Romeo tenta encontrar Miranda escalando um mastro, numa surpreendente demonstração de força muscular e flexibilidade, em uma série de exercícios inventivos.

Banquine

A ilha é libertada da influência de Cali. Os amigos de Miranda e os marinheiros realizam uma celebração acrobática onde carregadores entrelaçam seus braços e mãos para criar plataformas, das quais os flyers decolam e fazem truques aéreos.

Obs.: Alguns números funcionam em rotação entre as sessões, podendo ou não estar em determinadas sessões durante a temporada.

PRINCIPAIS PERSONAGENS

Prospera

Prospera é uma xamã com poderes mágicos; mas, antes disso, uma mulher de profunda humanidade. O bem-estar da filha é sua maior preocupação. Ela sabe que deve deixar Miranda encontrar o amor e trilhar o seu próprio caminho no mundo, mas não deixará de usar seus poderes para influenciar o curso dos acontecimentos pois quer sempre ser uma força protetora na vida da filha.

Miranda

Miranda está prestes a se tornar mulher. Romântica, divertida e cheia de sonhos, ela se encanta com o mundo de AMALUNA – suas ricas tradições, sua cultura e suas esplêndidas flora e fauna.

Romeo

A tempestade provocada por Prospera leva à ilha um grupo de jovens homens liderados pelo impetuoso Príncipe Romeo. Ela não se furta a interferir no destino para cruzar os caminhos de sua filha Miranda com o do rapaz. Ambos estão em busca do amor verdadeiro, mas ele ainda não imagina o quão difícil será a sua jornada.

Cali

Meio-lagarto, meio-humano, e muito ciumento, Cali sempre esteve ao lado de Miranda.  Ela o vê apenas como um animal de estimação, mas ele é perdidamente apaixonado por ela. E está determinado a impedir que Romeo a conquiste.

Moon Goddess

A Moon Goddess é uma forte presença feminina em AMALUNA. Ela usa seus poderes às vezes para ajudar, às vezes para impedir os jovens amantes em sua busca – repleta de desafios – pela felicidade.

OS FIGURINOS

A figurinista de AMALUNA, Mérédith Caron deu vida a um conjunto de personagens fantásticos e ecléticos através da magia de suas criações. Ela imaginou o local do espetáculo – a misteriosa ilha de AMALUNA – em algum lugar no Mediterrâneo, como um ponto de encontro entre o Oriente e o Ocidente, uma terra distante onde os tempos antigos e modernos se sobrepõem e se misturam harmoniosamente, como se diferentes eras e culturas aparentemente se fundissem em um mesmo local. Seus trajes multidimensionais e complexos evocam um mundo do dia e da noite que é inquestionavelmente contemporâneo, embora coberto com o espírito do período elizabetano e contendo referências sutis ao Oriente e à Escandinávia. “É o encontro da humanidade, a glorificação da beleza do ser humano”, explica.

Os figurinos de AMALUNA são uma simbiose entre teatro e acrobacia. Para Mérédith, o personagem e o figurino são inseparáveis. “Um chama o outro. É uma comunhão, uma relação simbiótica”, diz ela. “Mas acima de tudo, é o artista que eu visto.”

Mérédith criou trajes “progressivos”, com múltiplas configurações. Alguns dos artistas usam uniforme de desfile para os momentos mais teatrais do show, e figurinos de performance para executar os números. Muitas das peças do vestuário são equipadas com almofadas e outras partes removíveis – os usuários podem, por exemplo, remover as mangas e manter os casacos, ou retirar os casacos completamente e se apresentar apenas com as malhas.

Mulheres com o material certo

 

AMALUNA recria no palco uma mitologia feminina fabulosa. Com influências da Ásia Menor, os figurinos das guerreiras Amazonas incluem espartilhos, imensos rabos-de-cavalo e botas de salto alto em couro preto e vermelho, em um visual que corteja mais a fantasia do que a realidade histórica.

Também habitam o mundo de AMALUNA uma legião de incontroláveis personagens meio-humanos, meio-animais, livremente inspirados no universo shakespereano de A Tempestade. Lagartos, pavões e fadas povoam o mesmo espaço.

Jeans  – Um material contemporâneo e símbolo da adolescência

A escolha dos materiais é tão importante para Mérédith Caron quanto a forma dos figurinos. Ela deu aos casacos denim usados ​​pelos garotos que chegam à ilha de AMALUNA um visual claramente renascentista: as mangas possuem fendas que revelam o forro, e os trajes são adornados com uma flocagem de veludo ao estilo do século XVIII para criar a impressão de uma jaqueta jeans contemporânea.

Filha de Rainha Prospera, Miranda, prestes a entrar na idade adulta nesse ambiente remoto, usa linho, cambraia e veludo desgastado – uma seleção que evoca o Renascimento italiano. Seu figurino expressa entusiasmo e sede de descoberta.

Talento nato e musicalidade

 

Criaturas da noite, as instrumentistas da entourage da Rainha Prospera trajam figurinos que acentuam suas fortes personalidades e dão a elas uma aura de estrelas do rock, num visual totalmente contemporâneo. Mérédith inspirou-se no estilo de grandes figuras da música, da moda e do cinema como k.d. Lang, Roy Orbison, John Galliano, Tim Burton e até mesmo uma versão mais roqueira do Village People. “Você pode muito bem ver meninas nesses tipos de roupas na fauna heterogênea de um bar vanguardista de Berlim, por exemplo”, diz Mérédith, “daí a ligação entre os figurinos, a música e a sensibilidade decididamente rock de um show que celebra a beleza em todas as suas formas”.

Detalhes dos figurinos

 

  • A Rainha Prospera usa um grande manto dourado composto por quatro retângulos em que impressos com a imagem de capa de GAIA, o livro de fotografias tiradas no espaço pelo fundador do Cirque du Soleil, Guy Laliberté. A foto revela uma surpreendente formação de nuvens capturada a uma distância de 350 quilômetros acima da superfície de terra.
  • Com estrutura feita da mesma fibra de vidro utilizada em varas de pescar, a cauda que compõe os figurinos de pavão é formada por 14 camadas de material plissado, com acabamento em couro e tecido elástico. Sustentadas por pistões hidráulicos e unidas ao corpo dos artistas por correias camufladas sob as penas bordadas, as caudas se abrem em um leque de aproximadamente 2,5 metros (a medida não foi escolhida ao acaso: ela respeita a mesma proporção em relação ao corpo das aves). Para recriar o efeito iridescente da plumagem dos pavões, usou-se tecido metálico serigrafado.

Para os trajes das Valquírias no número de Tecidos Aéreos, Mérédith Caron se inspirou nos universos aquático e marítimo. Tons de azul e verde que evocam a Escandinávia misturam-se a tonalidades do céu e do mar para compor uma suave e sofisticada paleta de cores.

O vestido branco usado pela artista que executa a dança do pavão compreende um maiô e uma saia. O primeiro, feito de malha elástica, coberta com renda branca bordada de contas e cristais Swarovski; a saia, formada por 60 metros de tule branco sob renda prateada e cristais Swarovski. No total, foram utilizados no vestido 6.500 cristais Swarovski e 325 aplicações de renda cor de prata. Doze painéis de voal plissado, de dois metros cada, formam a cauda – sobre a qual foram aplicadas imagens que reproduzem penas brancas de pavão.

  • Cerca de 1.000 itens diferentes compõem os mais de 130 figurinos de AMALUNA.

A MÚSICA

A missão dos compositores Bob & Bill foi criar um som original e contundente para AMALUNA, e surpreender por meio do inesperado.

As guitarras estão muito presentes e o som como um todo é decididamente contemporâneo. Baixo, bateria, violoncelo, vocais, teclados e percussão ajudam as guitarras a oferecer ao público uma música direta, sem ornamentações. “Queríamos libertar o poder em estado bruto que artistas e músicos trazem ao palco”, explicam Bob & Bill. Os músicos às vezes compartilham o palco com acrobatas, o que combina perfeitamente com a energia da trilha sonora.

Bob & Bill são conhecidos por sua capacidade de diluir as fronteiras que separam gêneros e estilos para elaborar um caráter visual único. “Criamos um som para o espetáculo que segue a linha emocional dos números acrobáticos”, dizem. “Cada número tem sua própria respiração e ritmo, seu próprio arco – e a música deve refletir isso. A música é uma extensão da alma de um personagem e uma expressão em som da narrativa do show. ”

A CENOGRAFIA

A diretora de AMALUNA, Diane Paulus, é conhecida por abrir mão de cenários teatrais convencionais para envolver o público em ambientes imersivos.

O projeto cenográfico de Scott Pask cria uma ilha misteriosa, verdejante e encantada. Seu elemento mais importante é uma floresta cuidadosamente recriada com ramagens semelhantes a bambus, que serve para emoldurar a ação. Scott se inspirou na natureza, especialmente nas florestas e na flora, para desenhar um ambiente ao mesmo tempo envolvente e aberto – um espaço que acolhe tanto os rituais e cerimônias de iniciação quanto as performances acrobáticas.

Uma floresta insular

 

Árvores sobem ao redor do palco de AMALUNA e pelos mastros de sustentação da tenda para formar um dossel arejado. Ao fundo, a vegetação rente ao chão forma uma espécie de gruta criando a impressão de paisagem.

Apesar das referências visuais aos bambus e do ar natural, os galhos e caules da vegetação do cenário foram confeccionados. Scott queria que a floresta tivesse um aspecto artesanal, mas não fez questão de disfarçar o material usado – nada foi pintado para parecer madeira, por exemplo. No entanto, é palpável a sensação de se estar em uma floresta real.

Os motivos inspirados em penas de pavão que decoram parte do palco replicam os tons iridescentes de Mérédith Caron. As imagens de pavão do show foram inspiradas na magnífica ave que acompanha Hera, a deusa grega das mulheres, do casamento e da fertilidade. Diz a lenda que os “olhos” na cauda do animal protegem as mulheres em todas as fases de suas vidas.

Luz e tom

 

Arquiteto por formação, Scott Pask enxerga o ambiente cênico de AMALUNA mais como uma instalação artística do que como um cenário. Ele usa a luz para dar vida ao espaço e levar o público de um lugar a outro, e provocar diferentes respostas emocionais. Durante a tempestade, por exemplo, a iluminação projeta as sombras das folhagens sobre a superfície interna da grande tenda para criar uma sensação de perigo iminente.

Uma gigantesca taça de água faz as vezes de equipamento acrobático e elemento dramático de cena. Lembrando uma pedra preciosa incrustrada num anel de formas orgânicas estilizadas, ela muda de cor de acordo com a iluminação.

Uma complexa engrenagem

 

O cenário de AMALUNA tem poucas partes móveis – uma escolha deliberada para dar elegância às apresentações ao concentrar a atenção do público na performance dos artistas. Não há efeitos visuais na cenografia e os elementos mecânicos automatizados são discretos ou imperceptíveis, mesmo quando à vista.

Plataformas giratórias no palco permitem à plateia ver os números de todos os ângulos, enquanto o Carrossel, estrutura circular instalada a muitos metros de altura, possibilita a rotação de um conjunto de refletores e dos pontos de ancoragem para os acrobatas voadores.

Às vezes parado, às vezes em movimento, o Carrossel pode girar em sincronia com o palco ou na direção oposta, dando amplitude de movimento (vertical e horizontal) tanto à iluminação quanto aos artistas. Ele também permite que os artistas aéreos voem sobre a plateia, o que acentua o conceito imersivo do cenário.

Alguns fatos sobre os elementos de cena

O Canopy (Abóboda que compõe o cenário):

 

  • É formada por 174 galhos em 534 seções – 90 na abóboda e 84 no fundo do palco, totalizando 1,7 km.
  • Existem três modelos de galhos e ramos na copa e 35 na parte posterior do palco.

A Taça de Água:

 

  • A taça de água tem 1,67m de altura, 2,2m de diâmetro e pesa 2,5 toneladas quando cheia.

Os Candelabros:

 

  • Os candelabros – seis, no total – têm 4,5 m de envergadura e são feitos de tubos de alumínio dobrados e posicionados de modo a criar um efeito de movimento.

BIOGRAFIA DOS CRIADORES

GUY LALIBERTÉ

GUIA E FUNDADOR

 

Guy Laliberté nasceu na cidade de Quebec, em 1959. Acordeonista, perna-de-pau e comedor de fogo, ele fundou o primeiro circo de renome internacional de Quebec, com o apoio de um pequeno grupo de cúmplices. Visionário audacioso, Guy Laliberté reconheceu e desenvolveu os talentos dos artistas de rua da Fête Foraine de Baie-Saint-Paul e criou o Cirque du Soleil em 1984.

Primeira pessoa a promover o casamento do circo com as mais diversas culturas, que acabou por se tornar uma marca do Cirque du Soleil, Guy Laliberté ajudou a elevar as artes circenses ao nível das grandes disciplinas artísticas. Desde 1984, ele orienta a equipe criativa na concepção de cada show.

O Cirque du Soleil tornou-se uma organização internacional, tanto em termos de estrutura quanto no âmbito de suas atividades e influência. Sua atuação se estende a cinco continentes.

Em outubro de 2007, Guy Laliberté engajou-se em um segundo grande compromisso de vida: criou a Fundação ONE DROP para combater a pobreza ao redor do globo, proporcionando acesso sustentável a água potável. Este novo sonho surgiu da certeza de que o direito à água é a chave para a sobrevivência de indivíduos e comunidades em todo o mundo e dos valores que estão no coração do Cirque du Soleil desde a sua criação: a crença de que a vida lhe devolve tudo o que você dá aos outros e que mesmo o menor dos gestos pode fazer a diferença.

Em setembro de 2009, Guy Laliberté se tornou o primeiro explorador espacial privado canadense. Sua missão teve a finalidade de ampliar a conscientização sobre os problemas que a humanidade enfrenta no planeta Terra em relação à água. Sob o tema Moving Stars e Earth for Water, esta primeira Missão Social Poética ao espaço buscava tocar as pessoas com uma abordagem artística: a transmissão via internet de um programa especial de 120 minutos reunindo várias apresentações artísticas em 14 cidades de cinco continentes, incluindo a Estação Espacial Internacional.

Principais prêmios e distinções

Em 2011, Guy Laliberté entrou para o Hall da Fama de Negócios Canadense. Em 2010, ganhou sua própria estrela na lendária calçada da fama de Hollywood. No mesmo ano, o governo de Quebec o promoveu de Chevalier (uma distinção concedida seis anos mais cedo) a Officier como membro da Ordem de la Pléiade. A Universidade Laval (Quebec) lhe concedeu o título de Doutor Honorário em 2008, um ano depois de Guy Laliberté receber o Prêmio Ernst & Young de Empreendedor do Ano em três níveis: Quebec, Canadá e Internacional.

Em 2004, ele recebeu do Governador Geral do Canadá a Ordem do Canadá, a mais alta distinção do país. No mesmo ano, foi reconhecido pela Time Magazine como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. Em 2003, foi homenageado pelo grupo Condé Nast como parte do Programa Never Follow, um tributo a criadores e inovadores. Em 2001, foi nomeado Great Montrealer pela Académie des Grands Montréalais. Em 1997, Guy Laliberté recebeu a Ordem Nacional de Quebec, a mais alta distinção concedida pelo Governo do Quebec.

FERNAND RAINVILLE

DIRETOR DE CRIAÇÃO

Ator e diretor prolífico, Fernand Rainville tem sido uma presença ativa na cena cultural de Quebec por mais de 25 anos. Ele fez sua marca no mundo teatral dirigindo mais de uma centena de peças de teatro, tanto contemporâneas quanto clássicas. Participou também de grandes produções como a edição bilíngue de Les Misérables (1990-1991), Légendes fantastiques (que ficou em cartaz de 1998 a 2007 e lhe valeu o Prêmio Turismo de Quebec) e Saka, um show eqüestre realizado sob uma grande tenda entre 2007 e 2009. Na televisão, Fernand trabalhou como Diretor Artístico do show Le plaisir croît avec l’usage, exibido na Télé-Quebec entre 2001 e 2003.

Rainville foi ainda o responsável pela direção artística das cerimônias de abertura dos Outgames no Estádio Olímpico de Montreal, em 2006, e tem trabalhado regularmente com o Cirque du Soleil desde o ano anterior. Além de ter co-dirigido a cerimônia de abertura do Montreal 2005 – XI Campeonatos Mundiais da FINA, foi diretor da apresentação que o Cirque du Soleil fez na abertura do Miami Superbowl 2007, e acumulou as funções de Diretor de Criação e Diretor de Wintuk, um show que ficou sazonalmente em cartaz por quatro anos no WaMu Theatre do Madison Square Garden de Nova York. Para a ONE DROP, Fernand dirigiu a experiência multimídia AQUA e, durante a viagem de Guy Laliberté ao espaço em 2009, assumiu o papel de Produtor de Conteúdo e Diretor Artístico para o evento Poetic Social Mission, um programa sobre a água que foi transmitido na televisão e na Internet.

DIANE PAULUS

DIRETORA

Diane Paulus atua como diretora artística do American Repertory Theatre (A.R.T.) na Universidade de Harvard e foi a vencedora do Tony Award de Melhor Diretor de Musical em 2013. As realizações recentes de Diane na Broadway incluem as remontagens do A.R.T. para Pippin (2013) e Porgy and Bess (2012) – ambos vencedores do Tony Award de melhor revival de musical – e a remontagem do musical Hair feita pelo Public Theater em 2009 (Tony Award de melhor revival).

Seu trabalho recente com o A.R.T. Inclui The Donkey Show, uma adaptação disco de A Midsummer Night’s Dream; Prometheus Bound, um novo musical inspirado na tragédia grega de Ésquilo, escrito pelo premiado Tony Steven Sater (Spring Awakening) com música do vencedor do Grammy Serj Tankian; Death and the Powers: The Robots’ Opera, de Tod Machover, finalista do Prêmio Pulitzer de Música 2012; Best of Both Worlds e Johnny Baseball.

Como diretora de ópera, os créditos de Diane apareceram em A Flauta Mágica, Il mondo della luna, Don Giovanni, Le nozze di Figaro, e a trilogia de Monteverdi L’incoronazione di Poppea, O ritorno d¹Ulisse in patria e Orfeo. Outros trabalhos incluem Kiss Me, Kate (Glimmerglass Opera) e Lost Highway (co-produção de ENO com o Young Vic).

Diane é professora da Prática Teatral no Departamento de Inglês da Universidade de Harvard e em 2012 foi eleita pela Boston Magazine uma das 50 pessoas mais influentes da cidade. No mesmo ano, foi condecorada com o Prêmio de Excelência em Direção do Drama League e recebeu o Doutorado Honorário do Conservatório de Boston. Esta é a sua primeira colaboração com o Cirque du Soleil.

SCOTT PASK

CENÓGRAFO E ADERECISTA

O premiado cenógrafo americano Scott Pask já participou de inúmeras produções na Broadway e no West End londrino. Seus trabalhos para teatro, ópera e dança incluem The Pillowman, com Billy Crudup e Jeff Goldblum (Tony Award de Melhor Cenário); A Behanding in Spokane, estrelado por Christopher Walken, e A Steady Rain, com Daniel Craig e Hugh Jackman. Colaborador de longa data de Diane Paulus, os dois trabalharam juntoas em muitos projetos, entre eles o premiado revival de HAIR na Broadway e em Londres, além de em The Donkey Show.

Na Broadway, seu nome já brilhou em Promises Promises, Pal Joey, Speed ​​The Plow, Les Liaisons Dangereuses, The Vertical Hour, Urinetown, Take Me Out, NINE with Antonio Banderas, La Cage Aux Folles, e The Coast of Utopia – pelo qual ganhou os prêmios Tony, Drama Desk, Outer Critics Circle e Hewes Awards. Mais recentemente, criou os cenários de The Book Of Mormon e ganhou um dos nove prêmios Tony dados à produção. Ele também assinou a cenografia de Peter Grimes no Metropolitan Opera.

Seu trabalho já foi exibido na Quadrienal de Praga, no Bruce Museum of Science and Art, na Leslie Lohman Gallery, na Met Gallery, e está na coleção permanente do McNay Art Museum.

AMALUNA é a primeira colaboração de Scott Pask com o Cirque du Soleil.

MÉRÉDITH CARON

FIGURINISTA

Mérédith Caron já deixou sua marca em produções de teatro, cinema, ópera e circo – não apenas em Quebec, mas em todo o mundo. Com mais de 175 colaborações no currículo, Mérédith é uma das melhores figurinistas do Canadá. Já trabalhou com alguns diretores notáveis, incluindo Pierre Bernard, Serge Denoncourt, Robert Lepage, Martine Beaulne, René Richard Cyr, André Brassard, Daniele Finzi Pasca e com Richard Monette.

Durante suas colaborações, Mérédith Caron recebeu muitos prêmios de prestígio em Quebec, incluindo um Gémeau, sete Gascon-Roux e dois Masque. Há quase 20 anos ela atua como professora de história da arte e figurino na Escola Nacional de Teatro do Canadá, em Montreal. Seu primeiro trabalho com o Cirque du Soleil aconteceu em 1988, quando criou figurinos para um projeto em desenvolvimento. AMALUNA é o seu terceiro trabalho com a companhia, após CRISS ANGEL e Believe.

BOB & BILL

COMPOSITORES

Os compositores e arranjadores Guy Dubuc e Marc Lessard (mais conhecidos por Bob & Bill) são famosos pelo talento em diminuir as fronteiras entre gêneros e estilos. Em 2003, eles compuseram a trilha do Splinter Cell (Pandora Tomorrow), o videogame da Ubisoft campeão de vendas. Como produtores, assinaram vários álbuns, entre eles Bahiatronica, de Monica Freire; Pink Floyd Redux, uma coleção de músicas remixadas da cultuada banda britânica; e KOOZA, com a trilha sonora do espetáculo homônimo do Cirque du Soleil.

Em 2004, Bob & Bill assinaram para o Cirque du Soleil a direção musical e os arranjos do show Midnight Sun, que fez parte das celebrações do 20º aniversário da companhia e do 25º aniversário do Festival Internacional de Jazz de Montreal. Três vezes indicados ao prêmio ADISQ da indústria fonográfica de Quebec, os dois parceiros também criaram músicas para vários filmes e séries de televisão, e compuseram a trilha para dois espetáculos de Robert Lepage, Pageant de Canotgraphie e TOTEM.

Em 2008, a dupla lançou seu primeiro álbum, Crime Report, um trabalho combinando sons eletrônicos e orgânicos. Bob & Bill colaboraram muitas vezes com o Cirque du Soleil na criação de arranjos musicais para eventos especiais. Em 2011, eles compuseram a música para o terceiro capítulo de Les Chemins invisibles (Le Royaume de Tôle), um cabaré urbano realizado na cidade de Quebec no verão daquele ano.

AMALUNA é o seu terceiro espetáculo com o Cirque du Soleil.

JACQUES BOUCHER

DESIGNER DE SOM

Por mais de 25 anos Jacques Boucher vem criando ambientes sonoros para uma série de produções dentro e fora de Quebec. Ele já trabalhou como técnico de som para vários artistas locais, como Richard Séguin, Laurence Jalbert, Diane Dufresne e Bruno Pelletier, mas se especializou em sound design para musicais como Dracula (2006) e eventos de grande escala, incluindo o megasshow 2000 voix chantent le monde, apresentado na cidade de Quebec em 2000, com mais de 2.300 cantores no palco. Em 2008, Jacques foi convidado a cuidar do som de quase todos os eventos apresentados dentro das comemorações do 400º aniversário da Cidade de Quebec.

Como Sound Designer e Head of Sound, ele projetou o som para a Orquestra Sinfônica de Quebec na apresentação da Symphonie des Mille, de Gustav Mahler. Para The Image Mill, de Robert Lepage, Boucher elaborou o impressionante sistema de som que cobria uma área de 1,2 km. Jacques também trabalha como para alguns eventos especiais do Cirque du Soleil.

Este é o seu segundo show com o Cirque du Soleil. O anterior foi TOTEM.

MATTHIEU LARRIVÉE

DESIGNER DE LUZ

Matthieu Larivée assinou projetos de iluminação para vários shows e eventos artísticos em Quebec e em todo o Canadá. Sua abordagem multidimensional e visão geral dos espetáculos permitiu-lhe participar de projetos de grande escala como o show Le Petit Roy, dirigido por Serge Postigo, e Beladi – Uma noite nas Pirâmides, um show único com a cantora Chantal Chamandy e a Cairo Symphony Orchestra realizado em frente às pirâmides egípcias. O evento permitiu a Matthieu explorar a majestosa beleza dos monumentos milenares. Este projeto internacional lhe valeu o prêmio MELDA (Prêmios de Design de Iluminação do Oriente Médio) de 2007 e o reconhecimento de seus pares no Parnelli Awards 2008, em Las Vegas.

Na Gala de 2010 do ADISQ, Matthieu foi nomeado Lighting Designer do Ano por MusicMan, estrelado por Gregory Charles, e novamente em 2011 por Roch Voisine Americana. Ele nunca hesita em ampliar os limites de sua arte, como por exemplo incorporando tecnologia de vídeo e efeitos cênicos em seus projetos.

Por mais de dez anos, Matthieu Larivée e sua equipe Lüz Studio foram responsáveis ​​pelo visual de inúmeros concertos e eventos, incluindo a Semana de Música Canadense (2010 e 2011), a Missão Social Poética de Guy Laliberté (um evento que aconteceu em 2009 durante uma viagem de onze dias ao espaço a bordo da Estação Espacial Internacional), os concertos OSM éclatés e o design gráfico da noite de abertura do Grande Prêmio de Fórmula 1 de 2010.

Matthieu tem igualmente trabalhado com artistas famosos como o pianista Michel Legrand e a cantora Natasha St-Pier.

AMALUNA é o seu segundo espetáculo com o Cirque du Soleil, após Wintuk.

KAROLE ARMITAGE

COREÓGRAFA

Karole Armitage, diretora da Armitage Gone! Dance Company, com sede em Nova York, foi rigorosamente treinada no ballet clássico. Graças ao seu conhecimento único e profundo dos valores estéticos de Balanchine e Cunningham, ela é vista por alguns críticos como a verdadeira herdeira coreográfica destes dois mestres da dança americana do século XX.

Conhecida como a “Punk Ballerina”, Armitage é famosa por testar os limites ao criar obras que misturam dança, música e arte. Depois de assistir a Watteau Duets, Mikhail Baryshnikov convidou-a a criar um balé para o American Ballet Theatre, e Rudolph Nureyev encomendou uma obra para o Balé da Ópera de Paris. Ela colabora frequentemente com compositores contemporâneos e já trabalhou com artistas como Jeff Koons, Brice Marden e David Salle. Armitage coreografou produções da Broadway (Passing Strange and Hair, que lhe deu uma indicação Tony), vídeos de Madonna e Michael Jackson e vários filmes.

Entre as companhias para as quais criou novos trabalhos estão o Ballet Bolshoi de Moscou, Les Ballets de Monte Carlo, Ballet Naccional de Cuba e Alvin Ailey American Dance Theatre. Sua Armitage Gone! Dance Company excursiona com um grande repertório e costuma criar trabalhos site-specific para festivals e teatros em todo o mundo.

Armitage já dirigiu óperas do repertório barroco e contemporâneo para casas de prestígio da Europa, incluindo o Teatro Di San Carlo em Nápoles, o Théâtre du Châtelet em Paris, a Lyric Opera em Atenas e o Het Muzik Theatre em Amsterdã. Ela também coreografou The Cunning Little Vixen para a Filarmônica de Nova York. Em 2009, recebeu do governo da França o prestigiado Commandeur de l’Ordre des Arts et des Lettres.

Esta é sua primeira colaboração com o Cirque du Soleil.

ROB BOLLINGER

DESIGNER DE PERFORMANCES ACROBÁTICAS

Aos 9 anos, Rob Bollinger já competia como trampolinista em campeonatos de ginástica. Mais tarde aliou-se ao pai na invenção do mini-trampolim duplo, já que sua família possuía um clube de trampolim em Illinois, onde cresceu. Graças a uma bolsa de estudos conseguida como mergulhador de saltos ornamentais, estudou Negócios na Universidade de Indiana. Ganhou dois campeonatos nacionais de mergulho e chegou a se qualificar para os Jogos Olímpicos de 1980 e 1984, mas acabou não participando dos eventos e se afastou do mundo dos esportes competitivos.

Bollinger se arriscou em uma variedade de trabalhos na área aeronáutica e de seguros. Mas como sua atração por acrobacias permanecia inalterada, passou a participar de shows de mergulho em parques temáticos. Isso o levou a viajar por toda a Europa. Em seu retorno aos Estados Unidos, pôs seus talentos a serviço da Universal Studios e de outras produtoras como dublê profissional para o cinema e a tevê.

Em 1993, juntou-se ao Cirque du Soleil como treinador e artista durante a residência do primeiro espetáculo Mystère. Quatro anos depois ingressou em “O“, inicialmente como treinador, depois como coordenador artístico e mais tarde como diretor artístico da produção. Depois, assumiu a direção artística de Mystère.

AMALUNA é a sua segunda produção de Cirque du Soleil como Acrobatic Performance Designer; a anterior foi ZAIA.

FRED GÉRARD

DESIGNER DE EQUIPAMENTOS ACROBÁTICOS E RIGGING

Bastaram algumas idas ao Zingaro Circus (França), em 1984, para que Fred Gérard deixasse uma promissora carreira na área de perfuração pretolífera para se dedicar às artes circenses. Entre os primeiros a se formar no Centro Nacional de Artes do Circo em Châlons-sur-Marne (França), foi convidado a atuar como trapezista do Cirque du Soleil no show Nouvelle Expérience. Forçado a abandonar o palco após uma lesão, tornou-se assistente do diretor e diretor artístico do programa. Mais adiante, assumiu a função de Coordenador Artístico de turnês.

Depois de um curto período na Europa, retornou ao Cirque du Soleil, dando os primeiros passos como projetista de equipamentos acrobáticos para os shows Alegría e Mystère. Depois de atuar como montador principal e treinador técnico de circo na sede internacional do Cirque du Soleil, em Montreal, Gérard ocupou estas funções em várias turnês entre 1997 e 2006.

Com a ajuda de seus amigos de circo, co-fundou o grupo Nickel Chrome em Martigues, no sul da França. Como membro desta organização, que apoia projetos de circo, ele atua como Tent Master / Head Rigger, Diretor Artístico, Designer ou Treinador tanto para projetos de circo quanto para empresas de todo o mundo. Trabalhando com o Nickel Chrome e o Théâtre Europe, também esteve envolvido na criação e desenvolvimento do festival Janvier dans les Étoiles em La Seyne-sur-Mer, na França.

Depois de OVO, esta é a sua segunda colaboração com o Cirque du Soleil nas funções de Designer de Equipamentos Acrobáticos e Rigging Designer.

PATRICIA RUEL

ADERECISTA

Patricia Ruel tem contribuído para o sucesso de inúmeras peças de teatro, programas de tevê e eventos especiais, tanto em Quebec quanto no exterior. Seu histórico inclui mais de 50 produções como Aderecista e uma dúzia como Cenógrafa. Patricia recebeu dois prêmios Théâtre Denise-Pelletier por seus cenários para Révizor, dirigido por Reynald Robinson, em 2003, e Edmond Dantès, dirigido por Robert Bellefeuille, em 2004.

Em 2011, levou o prémio Gémeau na categoria “Melhor cenário: Todas as categorias de variedades, revistas, assuntos públicos, esportes” pelo especial de fim-de-ano Bye Bye 2010, transmitido pela SRC. Ruel colaborou com vários diretores de teatro, como Robert Lepage, Dominic Champagne e Fernand Rainville, e trabalhou em vários projetos para o Cirque du Soleil – incluindo , The Beatles LOVE e Viva ELVIS (como Aderecista) e em Wintuk e Banana Shpeel (como Cenógrafa).

ELENI URANIS

DESIGNER DE MAQUIAGEM

Eleni Uranis ingressou no Cirque du Soleil em 1989 como assistente de figurinista de Dominique Lemieux. Em seguida, trabalhou em vários shows, onde foi responsável pela pesquisa de materiais, acessórios e controle de qualidade artística. Desenhou trajes para o espectáculo Pomp Duck and Circumstance, realizado em Hamburgo (Alemanha) de 1997 a 1999. Em 2002, trabalhou ao lado do renomado estilista Thierry Mugler na criação dos figurinos de Zumanity.

Em 2004, a carreira de Eleni Uranis deu um giro de 180 graus. Foi quando ela se juntou à oficina de maquiagem do Cirque du Soleil, onde veria suas idéias trazidas à vida pelos artistas do espetáculo Dralion. Entre 2004 e 2006, Uranis atuou como assistente da maquiadora Nathalie Gagné em vários shows e em 2005 ela criou a maquiagem para Reflections in Blue,  show que o Cirque produziu para as cerimônias de abertura do XI Campeonato Mundial Aquático da FINA.

Com AMALUNA, Eleni está em sua sua sexta produção do Cirque du Soleil, após Dralion, Wintuk, ZED, Banana Shpeel e Zarkana.

UMA CIDADE SOBRE RODAS

A vila itinerante do Cirque du Soleil inclui a Grande Tenda (Big Top), a tenda de entrada, a tenda artística, além de cozinha, escritórios, armazéns e muito mais. Totalmente autossuficiente em energia elétrica, as instalações dependem localmente apenas do abastecimento de água e de um sistema de telecomunicações.

O Complexo do Cirque du Soleil

  • São cinco dias para montar e três para desmontar toda a estrutura do Cirque, incluindo a instalação da Grande Tenda, a tenda VIP, as tendas de entrada e artísticas, bilheteria, escritórios administrativos, cozinha e refeitório (para os artistas e a equipe técnica).
  • Um total de 90 caminhões transportam as cerca de 2.000 toneladas de equipamentos com as quais AMALUNA viaja. Alguns desses caminhões são usados como espaços de armazenamento e oficinas de trabalho.
  • 6 geradores (350 kilowatts) fornecem eletricidade para a Grande Tenda e todo o complexo.
  • A Grande Tenda, a tenda artística e a tenda VIP Rouge são inteiramente climatizadas.

A Tenda de Entrada

  • Uma grande tenda de entrada abriga a bilheteria, a loja de souvenirs e os bares com serviço de alimentos e bebidas, além do hall para concentração do público antes do início do show e no seu intervalo.

A Tenda Banco Original VIP Experience

  • A tenda tem capacidade limitada e proporciona uma experiência especial e diferenciada aos clientes, que assistirão ao espetáculo de um lugar central e bem próximo ao palco.

A Tenda Artística

  • A tenda artística inclui a área de camarins, vestiários, uma área de treinamento totalmente equipada e uma sala de fisioterapia.

A Grande Tenda

  • Concebida por uma equipe de engenheiros canadenses, a lona foi produzida por uma empresa francesa especializada em velas e grandes tendas, a Les Voileries du Sud-Ouest.
  • A lona da tenda e seus 11 túneis pesa aproximadamente 5,2 toneladas.
  • A Grande Tenda tem 19 metros de altura, 51 metros de diâmetro e é sustentada por quatro mastros, cada um com 25 metros de altura.
  • A Grande Tenda acomoda mais de 2.600 pessoas e exige uma equipe de aproximadamente 85 pessoas para a sua montagem, incluindo a colocação dos assentos.

A Cozinha

  • A cozinha e o refeitório são o coração do complexo circense – não apenas servem entre 200 e 250 refeições por dia, seis dias por semana, como funcionam como o principal local de encontro e descontração para o elenco e a equipe técnica.

FATOS RÁPIDOS SOBRE AMALUNA

  • AMALUNA teve sua estreia mundial em Montréal em 19 de abril de 2012 e se apresentou no Canadá e Estados Unidos antes de seguir para a Europa.
  • AMALUNA marca a primeira colaboração de Diane Paulus, renomada diretora de teatro de Nova York, com o Cirque du Soleil.
  • O elenco de AMALUNA é formado majoritariamente por mulheres, incluindo uma banda 100% feminina.

Elenco e Equipe

  • O elenco de AMALUNA é composto por 46 artistas. Uma equipe adicional de cerca de 68 funcionários viaja com o espetáculo nas funções de gestão artística, atendimento ao cliente, serviços de turnê, técnicos de show e para a instalação do complexo.
  • As cerca de 120 pessoas que integram a turnê de AMALUNA possuem 22 nacionalidades. Há gente da Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, França, Japão, México, Mongólia, Holanda, Nova Zelândia, Rússia, Espanha, Suécia, Suíça, Ucrânia, Reino Unido, EUA, entre outros.
  • Embora as línguas predominantes sejam o francês e o inglês, muitas outras podem ser ouvidas nos bastidores: chinês, espanhol, russo, japonês, português e muito mais.
  • A turnê depende de fornecedores locais para muitos itens essenciais, tais como alimentos, biodiesel, gelo seco, maquinário, alimentos e bebidas servidos ao público, bancos, serviços de entrega, reciclagem e gestão de resíduos – injetando um aporte financeiro significativo na economia local.
  • Durante as apresentações em uma cidade, mais de 150 pessoas são contratadas localmente para uma variedade de serviços, incluindo bilheteiros, recepcionistas, porteiros, vendedores de alimentos e bebidas, garçons, vendedores de souvenirs, assistentes de cozinha, faxineiros e seguranças, além de mais de 100 ajudantes para a montagem e desmontagem das tendas.
  • A cozinha emprega um gerente e 3 cozinheiros.
  • 2 profissionais ligados à medicina de performance (um fisio e um terapeuta) viajam com a turnê.

O CIRQUE DU SOLEIL NUM RELANCE

Do pequeno grupo de 20 artistas de rua no seu início, em 1984, o Cirque du Soleil transformou-se na principal companhia circense do mundo a proporcionar entretenimento de alta qualidade. A empresa tem cerca de 4.000 funcionários, incluindo 1.300 artistas de mais de 50 países.

O Cirque du Soleil já visitou mais de 400 cidades de 60 países e seis continentes, levando diversão e encantamento a cerca de 160 milhões de espectadores. Para mais informações sobre o Cirque du Soleil, visite www.cirquedusoleil.com.

A MISSÃO

A missão do Cirque du Soleil é invocar a imaginação, provocar os sentidos e evocar as emoções das pessoas ao redor do mundo.

A CRIAÇÃO DO CIRQUE DU SOLEIL

 

Tudo começou em Baie-Saint-Paul, uma pequena cidade perto de Quebec City, no Canadá. Lá, no início dos anos 1980, um grupo de personagens coloridos percorria as ruas, caminhando em pernas-de-pau, fazendo malabarismo, dançando, cuspindo fogo e tocando música. Eram Les Échassiers de Baie-Saint-Paul (Baie-Saint-Paul Stiltwalkers), um grupo de teatro de rua fundado por Gilles Ste-Croix. Os habitantes da cidade ficaram impressionados e intrigados com os jovens artistas – entre os quais estava Guy Laliberté, que viria a fundar o Cirque du Soleil.

A troupe foi adiante e criou o Club des talons hauts (The High Heels Club) e, em 1982, organizou La Fête foraine de Baie-Saint-Paul, um evento cultural em que artistas de rua se reuniam para trocar idéias e animar as ruas da cidade por alguns dias. La Fête foraine se repetiu em 1983 e 1984. Le Club des talons hauts chamou a atenção e Guy Laliberté, Gilles Ste-Croix e seus amigos começaram a alimentar um sonho louco: criar um circo em Quebec e viajar pelo mundo.

Em 1984, a cidade de Quebec celebrava o 450º aniversário da descoberta do Canadá por Jacques Cartier e precisava de um evento que levasse as festividades a toda a província. Guy Laliberté apresentou a proposta para um espetáculo chamado Cirque du Soleil (Circo do Sol), e conseguiu convencer os organizadores. E o Cirque du Soleil não parou desde então!

Algumas estatísticas

 

  • Em 1984, 73 pessoas trabalhavam para o Cirque du Soleil. Hoje, a empresa tem cerca de 4.000 funcionários em todo o mundo, incluindo 1.300 artistas.
  • Apenas na sede internacional de Montreal há cerca de 1.500 funcionários.
  • Há mais de 100 tipos de funções diferentes desempenhadas pela equipe do Cirque.
  • Os funcionários e artistas da companhia representam mais de 50 nacionalidades e falam 25 línguas diferentes.
  • Mais de 160 milhões de espectadores viram um espetáculo do Cirque du Soleil desde 1984.
  • Cerca de 15 milhões viram um espetáculo do Cirque du Soleil em 2015.
  • O Cirque du Soleil não recebe subsídios dos setores público ou privado desde 1992.

SHOWS DE ARENA EM TURNÊ

Varekai – Europa

Toruk – Oceania

OVO – Europa

SHOWS DE TENDA EM TURNÊ

Volta – América do Norte

Luzia – América do Norte

AMALUNA – América do Sul

Kooza – Ásia

Kurios – América do Norte

Totem – Europa

SHOWS RESIDENTES

Joya – México

Criss Angel Mindfreak Live! – Las Vegas

Kà – Las Vegas

La Nouba – Orlando

Love – Las Vegas

One – Las Vegas

Mystère – Las Vegas

O – Las Vegas

Zumanity – Las Vegas

Serviço

 

Apresentação: Banco Original

Patrocínio temporada Brasil: Riachuelo

Patrocínio temporada São Paulo: Aggreko

Apoio temporada Brasil: Localiza Hertz (locadora oficial) e Melitta

Apoio temporada Rio de Janeiro: Lagoa da Barra

 

Realização: IMM

TEMPORADA SÃO PAULO

Local: Parque Villa Lobos

Endereço: Av. Professor Fonseca Rodrigues, 2001 – Alto de Pinheiros

Entre 5 de outubro e 17 de dezembro de 2017

Classificação etária: Livre. Menores de 12 anos somente acompanhados dos responsáveis legais

SESSÕES E HORÁRIOS EM SÃO PAULO

  • terça a sexta-feira, às 21h; (sessões às 17h30 em algumas datas durante a semana);
  • sábados, às 17h30 e 21h;
  • domingos, às 16h e 19h30.

BILHETERIA OFICIAL (São Paulo) – SEM TAXA DE SERVIÇO

Shopping Market Place – Av. Dr. Chucri Zaidan, 902 – Vl. Cordeiro – São Paulo/ SP – Cep: 04795-100 – 1º Piso. Horário de funcionamento: Segunda a sábado das 10h às 22h, domingos e feriados das 14h às 20h.

Obs.: A partir de 2 de outubro, a bilheteria irá para o Parque Villa Lobos

Endereço: Av. Professor Fonseca Rodrigues, 2001 – Alto de Pinheiros

Horário de funcionamento: Todos os dias, de 10h às 20h.

TEMPORADA RIO DE JANEIRO

Local: Parque Olímpico

Endereço: Av. Embaixador Abelardo Bueno, s/n – Barra da Tijuca (altura do no. 5001, em frente ao Terminal Centro Olímpico).

Entre 28 de dezembro de 2017 e 21 de janeiro 2018

SESSÕES E HORÁRIOS NO RIO DE JANEIRO

  • Première: 28 de dezembro, às 21h
  • terça a sexta-feira, às 20h; (sessões às 16h30 em algumas datas durante a semana);
  • sábados, às 16h30 e 20h;
  • domingos, às 16h e 19h30.

BILHETERIA OFICIAL (Rio de janeiro) – SEM TAXA DE SERVIÇO

Shopping Metropolitano – Av. Embaixador Abelardo Bueno, 1300 / 2º Piso – Rio de Janeiro/RJ. Horário de funcionamento: Segunda a sábado das 10h às 22h, domingos e feriados das 13h às 21h.

Obs.: A bilheteria do Shopping Metropolitano funcionará entre 1º de setembro e 26 de dezembro. A partir de 27 de dezembro, a bilheteria será transferida para o Parque Olímpico.

Endereço: Av. Embaixador Abelardo Bueno, s/n (altura 5001)

Horário de funcionamento: Diariamente das 12h as 20h

VENDAS ON-LINE – COM TAXA DE SERVIÇO

https://www.tudus.com.br/evento/cirque-du-soleil-amaluna

INFORMAÇÕES GERAIS

Duração do espetáculo: 130 minutos (incluindo intervalo de 20 minutos);

Capacidade da Tenda Principal: 2.482 lugares;

Classificação etária: livre

Acesso para deficientes – Acesso e assentos destinados apenas para cadeirantes e 1 acompanhante;

Tendas climatizadas (Tenda Principal e Tenda Banco Original Vip Experience).

  • Não é permitido qualquer tipo de fotografia ou filmagem dentro da Tenda Principal, antes, durante ou depois do espetáculo, mesmo que o show não esteja em curso.

SERVIÇO Banco Original VIP Experience

Na compra do ingresso para o Setor Premium* + um adicional de serviços, o espectador terá uma experiência especial e diferenciada, reservada para apenas 250 pessoas. O cliente assistirá ao espetáculo de um lugar central e bem próximo ao palco. Além disso, irá usufruir de todos os benefícios citados abaixo:

– Estacionamento vip próximo à entrada da tenda;

– Serviço de buffet com menu especialmente preparado pela chef Morena Leite (restaurante Capim Santo) acompanhado de bebidas alcoólicas e não alcoólicas (servido 1h antes do show e durante o intervalo);

– Ambiente decorado;

– Equipe exclusiva para atendê-lo;

– Assentos privilegiados.

– Programa do espetáculo;

– Credencial de acesso exclusiva;

– Brinde exclusivo especialmente desenvolvido para clientes do serviço Banco Original Vip Experience;

– Loja com produtos exclusivos Cirque du Soleil;

– WIFI gratuito;

– Banheiros privativos;

– Lounge para fumantes.

SETORINTEIRA R$MEIA-ENTRADA R$
Setor Premium*450,00225,00
Setor 1380,00190,00
Setor 2320,00160,00
Setor 3250,00125,00
Serviço Banco Original Vip Experience: R$250,00**

**Quantidade limitada. Verifique disponibilidade no momento da compra. O serviço Banco Original Vip Experience não está sujeito à meia-entrada.

MAPA

 

 

MEIA-ENTRADA

 

Em conformidade com a legislação vigente no Estado e Município específico onde o evento for realizado. Obrigatória apresentação do documento comprobatório da condição de beneficiário, no ato da compra e no acesso ao evento.

BENEFÍCIOS EXCLUSIVOS CLIENTES DOS CARTÕES BANCO ORIGINAL

  • Pré-venda exclusiva de 01 de junho a 02 de julho
  • 20% de desconto na compra do ingresso (Desconto válido apenas para ingressos do tipo “Inteira” e não-cumulativo com outros descontos e promoções. Somente compras feitas com cartões de crédito e débito Banco Original);
  • Parcelamento em 6x sem juros no cartão de crédito Banco Original.

Formas de pagamento

Todos os cartões de crédito e débito. Parcelamento em até 3x para clientes em geral.

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